Companhia de Teatro Austríaco—Karin Schäfer Figuren

O Instituto Confúcio da Universidade do Minho, em colaboração com o Conselho Cultural, tem o prazer de convidar V. Exa. para o espectáculo de teatro visual “Zheng He—quando os navios-dragão chegaram”, a decorrer no próximo dia 16 de Outubro, sexta-feira, pelas 21h30, no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho.

Espectáculo visual aberto à comunidade geral, para idades a partir dos 7 anos, que recorre ao uso de marionetas, vídeo e animação.

O espectáculo conta a história do famoso explorador chinês, Zheng He, e as suas aventuras na Arábia, África e Tailândia (Sião), que entre os anos de 1405 e 1433 liderou 7 expedições através do Oceano Pacífico e do Oceano Índico—quase 100 anos antes de Cristóvão Colombo partir à descoberta da América. 

Entrada Livre.

 

Sinopse:

As fantásticas viagens do famoso explorador chinês e as suas aventuras na Arábia, África e Tailândia (Sião) – num encontro com marionetas, vídeo e animação.

Uma história emocionante…

Entre 1405 e 1433, o almirante chinês Zheng He liderou 7 expedições pelo Oceano Pacífico e pelo Oceano Índico. As suas viagens levaram-no desde a Indonésia, Índia e pela costa Arábica até África – quase 100 anos antes de Cristóvão Colombo partir à descoberta da América.

A frota chinesa era tão poderosa e as embarcações tão grandiosas – alguns tinham 9 mastros – que, em comparação, os navios europeus se pareciam com cascas de nozes. Mais de 300 navios-dragão com as suas velas vermelhas a anunciar o poder do imperador chinês trouxeram as primeiras girafas e zebras desde África até à China.

Todas as crianças na China conhecem as histórias das viagens de Zheng He, hoje recordadas nos fascinantes contos do mundo árabe com o nome de “Sinbad” (o marinheiro), apesar do seu nome verdadeiro “Ma Sanbao”. Entretanto, na Europa estas viagens mantiveram-se na sua maioria desconhecidas.

… contada de uma nova forma

Este espectáculo conta a história de Zheng He, o grande explorador, através das histórias das personagens que o conheceram nas suas viagens: em cada país por onde passou, ou deixou uma história, ou uma anedota. Cada história é apresentada por uma figura que representa uma das principais temáticas das suas viagens: um académico da Arábia que partilha conhecimentos científicos com a expedição chinesa; um pescador africano que ajuda a trazer animais para os navios-dragão, incluindo uma girafa; e uma mulher de negócios do Sião que conhece o propósito económico desta expedição.

Todos contam as suas histórias usando “palavras estranhas”, cada personagem fala na sua língua materna (e todos se conseguirão entender, portanto, também o público conseguirá!) com a ajuda de diferentes impressões visuais – numa combinação e integração de teatro de marionetas, animação e música.